Desvendando o Design Thinking

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Índice

1. O que é design Thinking
2. Processo
3. Ferramentas
3.1 – Bussines Model Canvas (BMC)
3.2 – Value Proposition Canvas (VPC)
4. Integração com Gerenciamento de Projetos
5. Quem utiliza

1.O que é Design Thinking

Design Thinking (DT) é um conjunto de métodos e ferramentas que realizam a análise de um “problema” com a ótica com que os Designers fazem. Utilizando este modo de pensar de como o cliente espera o Produto e o que agrega mais valor a ele.

Definição do Wikipedia:

“Design Thinking é o conjunto de métodos e processos para abordar problemas, relacionados à aquisição de informações, análise de conhecimento e propostas de soluções. Como uma abordagem, é considerada a capacidade para combinar empatia em um contexto de um problema, de forma a colocar as pessoas no centro do desenvolvimento de um projeto; criatividade para geração de soluções e razão para analisar e adaptar as soluções para o contexto. Adotado por indivíduos e organizações, principalmente no mundo dos negócios, bem como em engenharia e design contemporâneo, o design thinking tem visto sua influência crescer entre diversas disciplinas na atualidade, como uma forma de abordar e solucionar problemas. Sua principal premissa é que, ao entender os métodos e processos que designers usam ao criar soluções, indivíduos e organizações seriam mais capazes de se conectar e revigorar seus processos de criação a fim de elevar o nível de inovação.
Assim, ao utilizar métodos e processos utilizados por designers, o design thinking busca diversos ângulos e perspectivas para solução de problemas, priorizando o trabalho colaborativo em equipes multidisciplinares em busca de soluções inovadoras. Dessa forma, busca-se “mapear a cultura, os contextos, as experiências pessoais e os processos na vida dos indivíduos para ganhar uma visão mais completa e assim, melhor identificar as barreiras e gerar alternativas para transpô-las” . Para que tal ocorra, O Design Thinking propõe que um novo olhar seja adotado ao se endereçar problemas complexos, um ponto de vista mais empático que permita colocar as pessoas no centro do desenvolvimento de um projeto e gerar resultados que são mais desejáveis para elas, mas que ao mesmo tempo financeiramente interessantes e tecnicamente possíveis de serem transformados em realidade.”

Fonte: https://pt.wikipedia.org/wiki/Design_thinking

2.Processo

O DT tem como base de seu processo 4 grandes fases Onde estas fases estão contidas no inicio de um entendimento de um “problema”:

• Imersão

Este estudo começa com a fase de Imersão, onde é identificado e estudado o problema em alto nivel e realizado um Benchmarking para mapear e alinhar o que o mercado está fazendo para tratar o problema. Após isto é realido um Briefing de todas informações existentes até o momento.

• Análise e Sintese

Está fase é onde se aprofunda mais no tema e um estudo maior sobre o histórico do “problema”. Uma ferranemta muito utilizada no Design Thinking é o Bussines Model Canvas(BMC), ele é um modelo em branco onde se coloca Post-its de acordo com os campos definidos, este Canvas é utilizado do inicio ao fim do Processo e ele é atualizado de acordo com a necessidade do processo.

• Ideação

A fase de Ideação é onde é realizado um refinamento do Canvas BMC com outro Canvas chamado Value Proprosition Canvas (VPC), focado em 2 fatores o VPC trata a segmentação do cliente e seu Valor Agregado. Fazendo um estudo nas Dores(Pains) Ganhos(Gains) e Trabalhos(Jobs) através de um brainmstorming todos levantam este estudo para poder sugerir boas idéias de como resolver o problema, sugerindo Serviços e Produtos que atuem direto nas principais Dores e atinjam os ganhos esperados pelo cliente.

• Prototipação

Encerrando o processo vem a fase de prototipação, onde toda sua idéia se materializa, porem diferente do que todos imaginam é possivel construir Prótótipos com um Lapis e um papel A4, basta reunir todos os dados processados de forma com que o seu produto ou serviço tenha sentido e represente o que a sua solução vai implicar no problema principal e representar o valor agregado que trará para seu cliente.

Com isso feito basta apresentar o protótipo e com os comentarios e criticas feitas pelo seu cliente refinar sua solução para que atenda as necessidades e agregue valor para o mesmo.

3.Ferramentas

3.1 – Bussines Model Canvas (BMC)

O Business Model Canvas, ou simplesmente “canvas”, é um documento de uma única página que descreve todos os grandes aspectos do seu negócio. Ele é uma ferramenta desenvolvida para facilitar a montagem e a documentação do seu modelo de negócios, muitas vezes substituindo um plano de negócios.
O canvas tem o seguinte formato:

O canvas foi formalizado no livro “Business Model Generation”, do Alexander Osterwalder e do Yves Pigneur, e tem sido muito utilizado por startups para estruturar seus modelos de negócios, graças a facilidade de implementação e manutenção.

Download do Canvas

• A3 em JPG de 300dpi
http://ramonkayo.com/wp-content/uploads/2016/05/canvas.jpg

• A3 em PDF de 300dpi
http://ramonkayo.com/wp-content/uploads/2016/05/canvas.jpg

• A3 em PSD de 300dpi
http://ramonkayo.com/wp-content/uploads/2016/05/canvas.psd

Quadrantes do Canvas

A maneira mais comum de se preencher um canvas é colando notas auto-adesivas, tipo post-it, em seus quadrantes. Em cada nota você deve anotar informações relevantes sobre o seu negócio e depois deve colá-la no quadrante apropriado. Durante todo o processo você deve sempre se focar em entender e esclarecer o seu modelo de negócios.

No livro “Business Model Generation”, são sugeridas algumas perguntas para você responder em cada quadrante. São elas:

Proposta de Valor/Value Proposition:

  • Que valor será entregue para o segmento de clientes?
  • Quais são os problemas dos clientes que a empresa ajuda a resolver?
  • Quais são os produtos e serviços que são entregues para cada segmento de clientes?
  • Que necessidades dos clientes estão sendo satisfeitas?

(Se quiser dicas para escrever sua proposta de valor, dá uma olha no meu texto “Como escrever uma Proposta Única de Valor“)
Segmento de Clientes/Customer Segments:

  • Para quem está sendo criado valor?
  • Quem são os clientes mais importantes?

Canais/Channels:

  • Através de quais canais o segmento de clientes será alcançado?
  • Como estão sendo alcançados hoje?
  • Como os canais estão ligados entre si?
  • Qual é o canal que funciona melhor?
  • Qual é o canal que tem menor custo?

Relacionamento com Clientes/Customer Relationship:

  • Que tipos de relacionamentos o segmento de clientes espera da empresa?
  • Quais são os relacionamentos já estabelecidos hoje?
  • Como estes relacionamentos estão integrados com outros aspectos do negócio?
  • Quanto custam os relacionamentos existentes?

Recursos-Chave/Key Resources:

  • Que recursos-chave a proposta de valor exige?
  • E os canais de entrega?
  • E os relacionamentos?
  • E as fontes de receita?

Atividades-Chave/Key Activities:

  • Que atividades-chave a proposta de valor exige?
  • E os canais de entrega?
  • E os relacionamentos?
  • E as fontes de receita?

Parceiros-Chave/Key Partners:

  • Quem são os parceiros-chave?
  • Quem são os fornecedores-chave?
  • Que recurso-chave a empresa consegue dos parceiros-chave?
  • Que atividades-chave os parceiros-chave exercem?

Fontes de Receita/Revenue:

  • Por qual valor o segmento de clientes está disposto a pagar?
  • Pelo quê pagam atualmente?
  • Como o segmento de clientes paga hoje?
  • Como eles prefeririam pagar?
  • Qual é a contribuição de cada fonte de receita para receita total?

Estrutura de Custo/Cost Structure:

  • Quais são os custos mais importantes do modelo de negócios?
  • Quais são os recursos-chave mais caros?
  • Quais são as atividades-chave mais caras?

3.2 – Value Proposition Canvas (VPC)

Canvas de Proposta de Valor funciona na verdade como um zoom-in (uma espécie de detalhamento) dos blocos Segmentos de Clientes e Proposta de Valor do Business Model Canvas. Esses dois blocos formam, de fato, o coração de um modelo de negócios, pois abordam O Quê? e Para Quem? a empresa cria, entrega e captura valor. Veja abaixo destacados os dois blocos que são tratados com maior profundidade no novo canvas (painel).

A ideia dos autores foi criar uma nova ferramenta que facilitasse o processo de compreensão dos segmentos de clientes e de criação de produtos de serviços para os mesmos, buscando um perfeito encaixe com aquilo que esses clientes desejam. Para ajudar no seu entendimento, seguem duas definições rápidas:

Valor: Conjunto de benefícios que a empresa proporciona aos clientes;
Proposta de Valor: Os benefícios que os clientes podem esperar de determinados produtos e serviços que uma empresa oferece.

Devo dizer de antemão que é incrível como os conceitos trazidos pelos autores em relação à modelos de negócios e propostas de valor se encaixam perfeitamente com os conceitos de Inbound Marketing e Marketing de Conteúdo, já que todos estão perfeitamente centrados em uma única coisa: promover experiências memoráveis para os clientes em negócios lucrativos. Depois de ler este post, baixe o e-book sobre Inbound Marketing e entenda porque eu estou dizendo isso.

O Canvas de Proposta de Valor
Esse novo Canvas de Proposta de Valor se divide em dois lados, como você pode ver na ilustração abaixo.

Do lado direito está o Perfil do Cliente que descreve um segmento de cliente específico. E do lado esquerdo está o Mapa de Valor, que descreve os aspectos de uma proposta de valor específica criada por uma empresa.

A forma de preencher preferencial continua sendo utilizando post-its (ou qualquer marca de bloquinho de papel com adesivo de fácil remoção de sua preferência) e em grupo.

Lado Direito – Perfil do Cliente

A parte da direita, chamada Perfil do Cliente, é dividida em três blocos: Tarefas do Cliente, Dores e Ganhos.

O bloco Tarefas do Cliente descreve aquilo que os clientes de determinado segmento estão tentando fazer no seu trabalho e na sua vida, ou seja, aquilo que precisam realizar. Aqui vale destacar que o conceito de criar Personas contribui enormemente nesta tarefa (leia o post sobre Personas de Marketing).

Lado Esquerdo – Mapa de Valor

Já parte da esquerda, chamada Mapa de Valor, se divide também em três blocos: Produtos e Serviços, Analgésicos e Criadores de Ganhos.

O bloco Produtos e Serviços lista todos os produtos e serviços em torno dos quais uma proposta de valor é construída. A ideia aqui é que durante o processo de construção do Canvas de Proposta de Valor, sejam exploradas várias possibilidades antes que um produto e/ou serviço específico seja aprofundado e escolhido.

O bloco Analgésicos descreve como os produtos e/ou serviços aliviam a dor do cliente.

O bloco Criadores de Ganhos descreve como os produtos e/ou serviços criam ganhos para o cliente.

Veja um exemplo esboçado abaixo.

Claro, quanto mais estudo, profundidade, ideias, equipe, tempo, prototipação, testes, experimentos (e toda a sorte de técnicas de Design Thinking) que você utilizar para fazer a tarefa, maior a probabilidade de criar produtos e serviços irresistíveis. Para pesquisar e entender eu recomendo muito a ferramenta Typerform (leia o post sobre o Typeform para entender melhor).

O quadro pode ser preenchido tanto começando pelo lado direito do Perfil do Cliente, sendo puxado pelas características do mercado e do segmento de clientes. Ou pelo lado esquerdo do Mapa de Valor, tendo como impulsiona uma inovação, invenção ou recurso que a empresa disponha.

A dica que eu posso dar é que somente a proposta de valor não garante que nenhum negócio dê certo. A ideia no quadro pode parecer ótima e revolucionária, mas é preciso que:

  1. essa proposta de valor não apenas se encaixe com o problema dos clientes
  2. Encaixa dentro um mercado acessível e lucrativo
  3. Encaixa dentro de um modelo de negócios viável, adaptável e com fontes de receita factíveis.

Que tal você tentar preencher um Canvas de Proposta de Valor agora?

Baixe aqui o pdf e bote a mão na massa, pois esse é sempre o melhor jeito de aprender uma nova ferramenta.

http://fabiorobertoborges.com/wp-content/uploads/2015/01/Canvas-de-Proposta-de-Valor.pdf

4.Integração com GP

Depois desta contextualização do que é o DT, explorado um pouco sobre os processo e quais ferramentas utilizar gostaria de apresentar um pouco como o Design Thinking interage com o gerenciamento de projeto.

O DT é um processo de pré projeto, onde estabelece o melhor Escopo, com visão de agregar proposta de valor para o cliente e entregar mapear soluções que vão de encontro ao que o cliente precisa e não o que o cliente pede.

Porém quando se descobre tudo isso, o próximo passo é “vender” a forma de implantação deste escopo desenhado pelo Design Thinking.

Uma ferramenta que se aplica muito a este objetivo é o Project Model Canvas, assim como os outros Canvas apresentados ele representa de que forma resumida e um único espaço o escopo proposto será realizado em uma visão de projeto. Com isso ele apoia e estrutura a forma de implantar o estudo de soluções que foram propostas pelo DT.

Segue abaixo descrições dos campos:

0 – Pitch:

A maneira mais simples de descrever o seu projeto é usar o mínimo de palavras possível. O Pitch é a primeira parte a ser preenchida do seu PM Canvas. Nele, você deverá resumir seu projeto em apenas uma frase. Exemplo: Escritório de projetos rodando!

Por quê?

Nesse ponto, você deverá responder o porquê da realização desse projeto. Se não conseguir encontrar a resposta, todo o seu planejamento perderá o sentido. Para fundamentar a defesa do seu projeto é importante analisar a situação atual da empresa, identificando quais são suas principais dores, que problemas estão enfrentando com essas dores e quais necessidades é preciso atender. Com o dever de casa respondido, vamos aos post-it.

1 – Justificativa

Coloque os problemas que a organização atualmente enfrenta e quais necessidades não estão sendo atendidas no momento. Exemplo: projetos fora do padrão; insatisfação do patrocinador; gerentes de projetos gastam a maior parte do tempo apagando incêndio; perda de faturamento; perda de cliente.

2 – Objetivo Smart

Coloque nesse post-it o objetivo do projeto de maneira que fique “smart”. Isso significa:

Specific (específicos)
Measurable (mensuráveis)
Attainable (atingíveis)
Realistic (realistas)
Time Bound (temporizáveis)
Exemplo: Implantar o escritório corporativo de projetos na empresa Acme, responsável por padronizar a gestão de projetos; capacitar os gerentes de projetos na sua metodologia; dar suporte aos projetos estratégicos da empresa até 12 de agosto de 2014, gastando até R$ 80 mil.

3 – Benefícios

Deve descrever o que a empresa irá conquistar após a implantação do projeto. Exemplo: aumento de faturamento; ampliação da satisfação do cliente; redução de custos; melhor qualidade de vida para o gerente de projeto.

O quê?

Quais necessidades serão atendidas? Nessa etapa, serão listados quais produtos, serviços ou resultados serão entregues ao final do projeto.

4 – Produto:

O produto é o resultado final do projeto. Um projeto pode também gerar um serviço ou um resultado único. Exemplo: escritório implantado e operando na empresa Acme.

5 – Requisitos:

Definem a qualidade que o produto (serviço/resultado) precisa apresentar para ter valor para o cliente. Exemplo: deve ter fluxograma da gestão de projetos; deve ter a metodologia padrão de gestão de projetos; deve ser aplicado o treinamento padrão da metodologia de gestão de projetos; deve ser implantado um software de gestão de projetos; deve ter uma festa de encerramento no final do projeto.

Quem?

Define quem participa do projeto. Inclui os stakeholders, os membros da equipe e o gerente do projeto.

6 – Stakeholders

Podem ser stakeholders externos ou fatores externos.
Stakeholders externos – são os envolvidos que não estão subordinados ao gerente de projeto.
Fatores externos – que podem afetar o projeto e devem ser listados.
Exemplo: consultoria em gestão de projetos; fornecedor do software de GP; diretorias da Acme; gerentes funcionais da Acme.

7 – Equipe

Todos os participantes que são responsáveis por produzir as entregas do projeto. Exemplo: gerente do projeto; analista do PMO; consultor de projeto; analista de processos; instrutor.

Como?

Nessa etapa, respondemos como o trabalho será entregue no projeto. Para que o projeto ocorra naturalmente é importante definir quais são as entregas e quem são os responsáveis; suas premissas e restrições.

8 – Premissas

São suposições dadas como certas sobre o ambiente e os fatores externos ao projeto, que não estão sob controle do gerente de projeto. Exemplo: 90% dos gerentes de projetos vão aderir ao projeto; o software de gestão de projetos será implantado até 12 de agosto de 2014.

9 – Grupos de entregas:

São os componente concretos, mensuráveis e tangíveis que serão gerados pelo projeto.
Exemplo:
1 – Estratégia de implantação
4 – Apresentação do Processo
2 – Processo de GP
5 – Aplicação do Treinamento
3 – Implantação do PB
6 – Festa de Encerramento

10 – Restrições

Nesse quadro serão descritas as limitações do projeto, de qualquer natureza e origem, que impactam no desenvolvimento do trabalho da equipe. Exemplo: os gerentes funcionais não podem se ausentar por mais de 8 horas de suas funções; não poderá ser gasto mais de 20% do orçamento com serviços externos; a equipe de TI interna não dará suporte à nova aplicação.

Quando e Quanto?

Em seguida, definimos quando o projeto será concluído e quanto custará para a organização. Mesmo sabendo de toda incerteza do planejamento, o gerente de projetos deverá dar uma estimativa de custo e de prazo para entregar os trabalhos do projeto.

11 – Riscos:

Riscos são eventos futuros e incertos que têm relevância para o projeto. Nessa etapa identificamos e analisamos os riscos do projeto e, para os mais relevantes, devemos buscar e implantar as respostas. Exemplo: gerência funcional não adere ao método de GP; baixa qualidade do treinamento realizado internamente; atraso na implantação do software.

12 – Linha do tempo:

Nesse momento definimos quando vão ocorrer as entregas do grupo de entregas. A metodologia PM Canvas sugere que o prazo do projeto seja dividido em 4 períodos definidos pela equipe do projeto.

Exemplo: linha do tempo

13 – Custos

Quanto será gasto para concluir esse projeto? É importante distribuir os custos pelos grupos de entregas pré-definidos.

Exemplo:
1 – R$ 800
2 – R$ 2 mil
3 – R$ 5 mil
4 – R$ 1,2 mil
5 – R$15 mil
6 – R$ 4 mil
Então com todos esses itens do Project Model Canvas é o que torna ele um ótimo complemento do DT, foi criado um mapa para entender esta integração entre o DT e Gerenciamento de projetos:

6.Quem utiliza

O DT é um item de cabeceira de diversas Startups e empresas de consultoria pora gostaria de compartilhar algumas empresas que se tornaram grandes através do conceito ou se renovaram para continuar no mercado utilizando o conceito do Design thinkink. Porém um detalhe em comum entre todas é o que representa a imagem seguinte, pensamento na experiencia do “usuario” ou “cliente”. Utilizando as definições em uma matriz de Diferenciação X Valor Agregado.

Exemplos de empresas que utilizaram o conceito

Amora TI

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